Disque Denúncia
 

‘Míssil’ paulista vai ser investigado em São Paulo

Foto do balão sendo solto foi divulgada na internet (Foto: Divulgação)

A audaciosa ação de baloeiros de São Paulo, responsáveis pelo lançamento de um gigantesco balão no último fim de semana – que percorreu 400 quilômetros e veio parar em plena Baía de Guanabara quase 24 horas depois – vai merecer uma atenção especial das autoridades.

Ao tomar conhecimento do fato, divulgado com exclusividade por O SÃO GONÇALO na edição de quarta-feira, um dos coordenadores do Disque-denúncia do Rio, Zeca Borges, decidiu entrar em contato com os responsáveis por esse serviço em São Paulo para propor um intercâmbio no trabalho de repressão a essa atividade, com a inclusão de recompensas aos autores de denúncias que levem a polícia a efetuar prisões e apreensões.

Balão gigante gera manifestos na Internet

Noticiado com exclusividade em O SÃO GONÇALO, o audacioso lançamento de um balão em São Paulo no último fim de semana – que voôu 400 quilômetros até cair no Rio – continua gerando polêmica. Através de um manifesto – que foi postado na Internet – o representante de uma associação de baloeiros mostra-se contra a reportagem e a classifica como “sensacionalista” e “contrária” à atividade clandestina, que é crime previsto no Código Penal e pode levar os infratores à prisão.

O representante dos baloeiros enviou o e-mail à redação do Jornal em que diz achar “normal” o fato de um balão com tais dimensões ter caído apagado e com os fogos já detonados. O balão foi solto no início da manhã de sábado em São Paulo e vôou por 24 horas, até se chocar em um dos pilares da ponte Rio-Niterói, na Baía de Guanabara, área de operações de dois aeroportos – o Santos Dumont e o Tom Jobim

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