O perigo que vem do céu
Entre os meses de maio e setembro, a soltura de balões torna-se mais freqüente no Rio de Janeiro, em função de datas comemorativas, aumentando os perigos decorrentes da queda de balões em florestas, aeroportos, redes elétricas, refinarias e áreas urbanas. Há também o perigo de balões de grande porte causarem graves acidentes quando invadem o espaço aéreo.
Fabricar, transportar, vender ou soltar balões é crime previsto pela lei ambiental, com pena de multa ou prisão que pode variar de um a três anos de prisão.
Para ajudar as autoridades policiais a combater este tipo de crime, o Disque Denúncia lança, anualmente, uma campanha sazonal com o objetivo de estimular a população a denunciar locais de comercialização de balões e realização de festivais.
O serviço oferece uma recompensa de R$ 300 até R$ 2 mil por informações que levem a polícia a localizar fábricas clandestinas de balões e a prender baloeiros.








