Disque Denúncia
 

Casos Notáveis



Prisão do Dão da Providência
Em 2006, graças a um telefonema para o Disque-Denúncia, a polícia conseguiu localizar e prender o traficante Evanilson Marques da Silva, conhecido como Dão, do Morro da Providência. Com ele foram presos outros três traficantes, que no momento da prisão estavam armados com três granadas e uma metralhadora.

Prisão de Juca Bomba
Braço direito do traficante Fernandinho Beira Mar, Juca Bomba foi preso no ano passado.

Recuperação de fuzis do Exército
O roubo de fuzis do ECT do Exército foi um caso de grande repercussão em 2006. O Disque-Denúncia recebeu 967 denúncias sobre o caso, e todas apontavam o envolvimento de traficantes na ação. O nome dos suspeitos, da facção criminosa responsável pelo roubo e o local de esconderijo das armas foram algumas das informações repassadas para as autoridades.

Prisão de Elias Maluco
Um dos casos de maior repercussão na mídia nos últimos anos, o assassinato do jornalista Tim Lopes causou perplexidade nacional. Por conta deste caso, o Disque-Denúncia registrou um recorde de denúncias sobre um único caso (foram 2.549 telefonemas), que levaram ao esclarecimento da morte do jornalista e à prisão de Elias Maluco, chefe da quadrilha que o assassinou.

Chacina na Baixada Fluminense
Ocorrida em 1° de abril de 2005, a chacina ocorrida na Baixada Fluminense motivou 967 denúncias, que, repassadas às autoridades pelo Disque-Denúncia, auxiliaram a polícia no esclarecimento do crime.

Prisão de Facão
Conhecido por sua crueldade, o traficante Ney da Conceição Cruz, o Facão, foi preso graças ao auxílio do Disque-Denúncia, que ofereceu recompensa por informações que levassem à sua captura.

Prisão do traficante Orelha
Wanderley Soares, o Orelha, era cunhado e homem de confiança do traficante Uê. Em 21 de abril de 2002, o Disque-Denúncia recebeu a informação de que Orelha havia pago R$ 5 milhões a agentes do Presídio Bangu I para que sua fuga – que deveria ocorrer dois dias depois, durante a troca de plantão das equipes – fosse facilitada. A informação foi repassada pelo Disque-Denúncia à direção do Desipe e às polícias Militar e Civil, que impediram a fuga.

Polícia impede seqüestro
Informações passadas pelo Disque-Denúncia impediram, em 2002, que o filho de uma autoridade estadual fosse seqüestrado. A denúncia dava conta de que uma quadrilha formada no Morro do Salgueiro, especializada em seqüestros, estaria organizando o crime. Policiais do CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais) prenderam Fábio Luiz Miranda, que já tinha dois mandados de prisão – um por formação de quadrilha e outro por extorsão mediante seqüestro – e evitaram o crime.

Prisão de envolvidos no Disque-Drogas
O Disque-Denúncia recebeu, em agosto de 2001, duas informações a respeito da existência de serviço de Disque-Drogas nas zonas Oeste e Sul do Rio de Janeiro. Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes e da 14ª DP prenderam em flagrante todos os envolvidos.

Apreensão de balões
Este importante Programa do Disque-Denúncia registrou, entre maio e agosto de 2001, 804 denúncias referentes à confecção e soltura de balões. Repassadas às autoridades, as informações levaram à apreensão de 170 balões (que variavam de 1 a 30 metros de altura), além de grande material para sua confecção, como papel fino, cangalhas, parafinas, bombas e estopins.

Localização de túnel em Bangu I e III
Em fevereiro de 2001, uma fuga de presos estava sendo armada dos presídios Bangu I e III. A fuga seria realizada por um túnel que estava em construção a partir de uma fábrica de tijolos, localizada nos fundos do Complexo Penitenciário. Informações do Disque-Denúncia repassadas às autoridades levaram policiais do 14° BPM a localizar o túnel (que já tinha 80 metros de comprimento e seis metros de profundidade) e impedir a fuga.

Localização de túnel em Bangu II
No mesmo ano, graças a informações do Disque-Denúncia, outro túnel foi localizado por policiais do 14° BPM (este com dois metros de extensão), dentro das galerias do Presídio Bangu II. Com a descoberta do túnel, foi impedida a fuga de 40 detentos.

Prisão de Zaca
Em janeiro de 2001, Zacarias Gonçalves Rosa Neto, o Zaca, era o líder do tráfico no Morro Dona Marta, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Foragido desde o ano anterior, Zaca foi preso por policiais do 6° BPM no Morro Casa Branca, na Tijuca, graças a informações precisas sobre seu paradeiro repassadas pelo Disque-Denúncia.

Prisão dos assassinos de fonoaudióloga
Um dos crimes de maior repercussão em 2001 foi o da fonoaudióloga Márcia Maria Almeida Lopes Coelho Lyra, brutalmente assassinada em sua casa, em Santa Teresa. Informações do Disque-Denúncia levaram policiais da Delegacia de Homicídios a prender Allan Marques da Costa, que se encontrava foragido desde o dia do crime.

Prisão de Baby
Levi Batista da Penha, o Baby, era, em setembro de 2000, um dos traficantes mais procurados do estado, e apontado como dono do maior arsenal de armas do Rio de Janeiro, com mais de 100 fuzis contrabandeados. Em 15 de setembro daquele ano, a Central Disque-Denúncia recebeu uma ligação dando conta de que Baby estaria almoçando em uma churrascaria da Zona Oeste da Cidade. Imediatamente repassada à Polinter, a informação levou os agentes a prenderem Baby e outro traficante (Joseildo de Melo, o Dumbo), que estava em sua companhia.

Prisão de Neguinho Dan
A estudante Ana Carolina da Costa Lino foi morta em um assalto ocorrido na saída do túnel Santa Bárbara, em Laranjeiras, em abril de 1998. Em junho de 2000, uma ligação para o Disque-Denúncia levou a polícia a localizar e prender Neguinho Dan, foragido desde o crime.

Apreensão de balões
Duas denúncias levaram policiais da Divisão de Fiscalização de Armamentos e Explosivos (DFAE) à maior apreensão de balões de 2000: foram 44 balões de vários tamanhos, inclusive um com 65 metros de altura – o equivalente a um prédio de 22 andares ou a quase o dobro da altura da estátua do Cristo Redentor.

Prisão de My Thor
Em 2000, a Central Disque-Denúncia ofereceu recompensa de R$ 2 mil por informações que levassem a polícia a prender o traficante My Thor, que atuava na área do Catete, Zona Sul do Rio de Janeiro. Foram 37 ligações, inclusive a que indicou o local preciso onde estava escondido o bandido, que foi preso em 5 de maio.

Resolução de seqüestro em Vitória
A estudante Renata Bolelli, de 21 anos, foi seqüestrada no final de 1999, no Espírito Santo. Através de informações, policiais da Divisão Anti-Seqüestro (DAS) do Rio de Janeiro prenderam os irmãos Daise e Demétrio Fabiano Ferreira, parte da quadrilha de seqüestradores. Os policiais viajaram em um avião fretado para Vitória, onde estouraram o cativeiro, libertaram a refém e prenderam o resto da quadrilha.

Prisão de seqüestrador em Pernambuco
Em dezembro de 1999, a Divisão Anti-Seqüestro (DAS) do Rio de Janeiro ajudou o Grupo de Operações Especiais de Pernambuco (GOE) a prender, em Alagoas, o seqüestrador Miguel Alves da Silva Neto, o Miguelzinho, ex-integrante da quadrilha do traficante Uê, do Rio de Janeiro. A equipe da DAS entrou em contato com nossos patrocinadores que, em uma operação de urgência, autorizou o frete de um jato a fim de facilitar a prisão de um PM, integrante da quadrilha de Miguelzinho.

Prisão de Lambari
Procurado por toda região Sudeste e fugitivo de três penitenciárias, o traficante Celso Luiz Lopes, o Lambari, foi preso em março de 1998, após um telefone para o Disque-Denúncia.

Seqüestros em Nova Iguaçu

Em maio de 1998, enquanto o Rio de Janeiro atravessava uma onda de seqüestros, informações passadas pelo Disque-Denúncia auxiliaram agentes do DAS a desbaratar uma importante quadrilha, que havia realizado seis seqüestros em cinco anos e agia em Nova Iguaçu. Com a prisão, o valor do último resgate foi recuperado integralmente: US$ 180 mil.

Campanha nacional
O Disque-Denúncia lançou, em 1998, uma campanha nacional em jornais e emissoras de TV oferecendo recompensa por informações que levassem à prisão dos três mais importantes seqüestradores do Rio de Janeiro. O resultado foi positivo: a DAS do Rio de Janeiro conseguiu prender Ismael Caetano dos Santos, o Tulá, em São Luiz do Maranhão; e a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu Josué dos Santos Cruz, o Josa, em Belo Horizonte. O terceiro seqüestrador, Paulo Cesar Santos, o Linho, continua foragido.

Prisão do Maníaco de Niterói
Em fevereiro de 1997, o Disque-Denúncia lançou uma campanha televisiva de Procura-se, com duração de 30 segundos, sobre o paradeiro de Marcelo Costa de Andrade, conhecido como o Maníaco de Niterói. Fugitivo do manicômio judiciário, ele matou e depois violentou 15 meninos em Niterói. Apenas um dia após o lançamento do anúncio, uma denúncia vinda do Ceará permitiu localizar e prender o maníaco.

Prisão de Thadeu Fraga
Procurado pelo seqüestro e morte de Jefferson Tricano, filho do prefeito de Teresópolis em 1997, o ex-capitão PM Thadeu Fraga foi localizado, através de uma denúncia, em Maceió, Alagoas. Uma equipe de policiais viajou, em um jato fretado até a capital alagoana para transferi-lo para o Rio de Janeiro.

Prisão de Caveirinha
Uma ligação para o Disque-Denúncia, em maio de 1996, levou a polícia a prender, em Cabo Frio, o seqüestrador Caveirinha, um dos mais procurados do estado do Rio.

Solução de seqüestros
Uma ligação para o Disque-Denúncia, com informações precisas, levou a polícia à solução dos seqüestros dos estudantes Marcos Chiesa e Carolina Dias Leire, em novembro de 1995.