Crimes: 1 - O Art. 1º, § 1º da Lei nº 9.613/1998 estabelece que, em casos de crimes de lavagem de dinheiro onde o cliente é uma pessoa jurídica, a identificação obrigatória do cliente deve incluir não apenas a empresa, mas também as pessoas físicas autorizadas a representá-la e seus proprietários. 2 - O Parágrafo único do Artigo 333 do Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940) estabelece a causa de aumento de pena para o crime de Corrupção Ativa 3 - Na Lei nº 12.850/2013, os parágrafos 3 e 4 do Artigo 2 tratam, respectivamente, de uma agravante para líderes de facções e de uma lista de causas de aumento de pena (majorantes) para o crime de organização criminosa.
Emson Alves Pereira, conhecido pelo vulgo de "Montanha", é apontado pelas autoridades criminais como uma das principais lideranças de uma milícia atuante na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele é investigado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e pela Polícia Civil por comandar e estruturar atividades ilícitas nas regiões de Bangu (comunidade do Catiri) e Rio das Pedras.
Atividades Criminosas e Investigações
De acordo com relatórios e investigações das forças de segurança do Rio:
Esquema de Extorsão: O grupo liderado por "Montanha" cobra taxas abusivas e ilegais de moradores e comerciantes locais sobre serviços básicos como água, gás e luz. Ele também é investigado por extorquir grandes quantias de empreiteiras e empresas de obras públicas na Zona Oeste.
Núcleo de Rio das Pedras: Em fevereiro de 2026, o nome de Emson Alves Pereira ganhou destaque na operação "Intocáveis III". A ação mirou o núcleo financeiro e a lavagem de dinheiro da milícia que atua em Rio das Pedras, onde ele dividia funções de liderança com outros criminosos.
Operações no Catiri (Bangu): Em ações coordenadas pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), diversos subordinados de sua organização foram presos em flagrante portando fuzis e carros blindados enquanto realizavam cobranças forçadas na comunidade do Catiri.
Movimentação Milionária: Em junho de 2026, novas investigações contra a cúpula da organização (da qual "Montanha" é apontado como chefe ao lado de comparsas como "Gaspar" e "Mariola") revelaram esquemas que movimentaram mais de R$ 25 milhões em esquemas de extorsão e lavagem de capitais.
Situação Atual do Miliciano Montanha:
EGRESSO - LIBERDADE CONDICIONAL - EXTINÇÃO DE PUNIBILIDADE
Data da Situação Patronato - 04/09/2024.
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